A desorientação da Igreja Católica no Brasil

Parte do clero e de leigos da Igreja Católica está desorientada, ou melhor, orientada politicamente de modo a contrariar os princípios básicos de sua Igreja.

Um exemplo é a concessão em agosto deste ano da Medalha São Paulo Apóstolo pela Cúria Metropolitana de São Paulo, na modalidade “testemunho laical”, para uma política que defende abertamente o socialismo, a ponto de homenagear em 1990 em sua gestão municipal uma figura que lutou contra a Igreja, nessa mesma gestão foi a pioneira na instalação em 1989 do serviço de aborto legal, e, mais recentemente, propôs – pelo requerimento 72/2014 da CDHM – realizar uma audiência pública para “debater a atuação das igrejas durante a ditadura militar”, em uma clara tentativa de perseguição aos religiosos que não compactuaram com a guerrilha comunista durante aquele período.

A falta de coerência e a dubiedade desse tipo de ato é decorrência de um maior compromisso e obediência a uma ideologia política do que a sua própria igreja.




Regulamentação do Whatsapp e Netflix

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Sempre que algo funciona bem e os consumidores estão satisfeitos o governo brasileiro quer intervir para levar sua parte ou pegar carona (numa espécie de free-rider) do sucesso de determinado serviço ou produto, seja elevando os impostos ou protegendo seus financiadores de campanha. Nesse caso, utilizam o nome “regulação”.

O problema é que regular um setor ou serviço deveria servir para proteger os consumidores/cidadãos de abusos das firmas ou empresas, como por exemplo, formação de cartel, monopólio etc. Mas, ao invés disso, o governo protege empresas que não promovem inovações de fazerem o que deveriam fazer no mercado: competir (veja o conceito de rent-seeking). Tais empresas têm ligações com o governo – via canais de negociação inacessíveis para cidadãos comuns – e obtêm acordos e benefícios de compadres: “me proteja que eu te financio”.

E os consumidores? São o de menos. Como a sociedade civil é pulverizada, não há entidades que promovam sua efetiva defesa, e sabe-se que a eleição de um político está relacionada com a quantia de dinheiro gasta em sua campanha, os consumidores que paguem por essas negociatas a portas fechadas. Parafraseando o deputado Justo Veríssimo, “o consumidor que se exploda!”

 



Fraqueza da sociedade civil e a fraqueza moral

Este vídeo traz argumentos e evidências um tanto que óbvios, mas que não são considerados ou valorizados na sociedade brasileira. Por isso, vale a pena relembrar sempre: a raiz do problema político no Brasil está na fraqueza da legítima sociedade civil. Com legítima quero dizer aquela que não recebe financiamento estatal e que não defende os interesses de governos mesclados com projetos de poder de certos partidos políticos. E o efeito dessa fraqueza civil é a fraqueza moral.



Via Vespeiro




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